Voltando alguns anos, quando os primeiros colonizadores chegaram à America do Norte, perceberam diversas vinhas com frutos pela floresta. Na época, foi concluído que seria um bom terroir para a produção de vinho, contudo, não foi bem assim.
Foi percebido que, naquela região, apenas as uvas nativas (Vitis Americana) sobreviviam ao terroir, uma vez que tinham adquirido resistência a estes males. Destas, os colonizadores passaram a produzir vinhos, hoje conhecidos como Vinhos de Mesa.
Na Costa Sul, passaram a plantar as Vitis Viníferas, uvas finas, delicadas e européias, em uma região com um inverno muito rigoroso e um verão muito quente. As vinhas eram prejudicadas e, as que sobreviviam, eram atacadas pela filoxera – ainda desconhecida – que se proliferava com o calor.
Foi somente em 1769 que descobriram que a califórnia tinha as condições perfeitas para a cultivação das vitis viníferas.
Mesmo com a ascenção da Costa Sul e com o início da Costa Norte como conhecemos hoje, a produção de vinhos dos Estados Unidos sofreu com duas grandes fases, a filoxera e a leis seca, que só vieram se recuperar por volta do ano de 1940.
A partir dos anos 70, os vinhos californianos passaram a se destacar no mercado, quando enormes investimentos foram feitos na região de Napa e Sonoma, trazendo importantes prêmios para a região.
Atualmente, quase todos os Estados do país são produtores de vinho, mas, os principais no mercado vinícola e de exportação são Califórnia, Washington, Oregon e Nova York.