Portugal é conhecido pelo vinho doce fortificado, o vinho do Porto, e também pelos vinhos Madeira e Verde.
Os vinhos portugueses têm passado por grandes mudanças. Produtores mais jovens estão se esforçando para oferecer sabores de uvas integrais, em vinhos robustos e estruturados.
O destaque tem sido em produtores individuais. As Quintas, propriedades que cultivam as próprias uvas e fazem seu próprio vinho, tem ganhado grande ascensão, principalmente nos últimos 25 anos.
Embora seja conhecido pelo conservadorismo, Portugal foi um dos primeiros países a estabelecer o mais próximo do sistema de apellation contrôlée. Douro foi a primeira área delimitada, em 1756, mostrando o pioneirismo no controle de produção. Logo em seguida veio a região de Vinho Verde, em 1908.
A denominação de origem controlada do País pode ser observada pela origem geográfica, suas uvas e o método de produção.
Com a entrada de Portugal a União Europeia, o país ganhou denominações de origem, paralelas às da França. São elas: DOC ou DOP, IGP e Vinhos de Mesa.
Os vinhos com origem mais rigorosa são classificados pela Denominação de Origem Controlada (DOC) ou Denominação de Origem Protegida (DOP). Dentre as regras existentes nessa classificação estão quais uvas são recomendadas e autorizadas, a quantidade máxima de colheita de uvas, entre outros critérios.
Outra classificação dos vinhos portugueses é a Indicação Geográfica (IG) ou Indicação Geográfica Protegida (IGP) ou, simplesmente, “Vinho Regional”. Atualmente, existem 14 áreas do território português com essa denominação.
Por último no critério de classificação dos vinhos estão os vinhos de mesa, que não estão sujeitos às normas de controle de qualidade, origem ou casta de uvas.