Em 1788, o primeiro governador da colônia britânica que mais tarde seria conhecida como Austrália, já fazia as primeiras encomendas de videiras à Inglaterra, antevendo, com mais de dois séculos de antecedência, que o solo australiano seria um dos maiores produtores de vinho do mundo.
Nos dias atuais, a Austrália é o quarto maior exportador de vinhos de todo o mundo e seu Shiraz pode ser classificado como o melhor entre todos.
O caminho para isso não foi tão simples, havendo muitos erros e acertos, até chegar às regiões adequadas, aclimatando castas, adaptando ao novíssimo mundo que estava sendo criado. Das produções de vinho do século XVIII, consideradas “toleravelmente boas” até a produção atual, a vinicultura da Austrália chegou ao completo fracasso, mas se reergueu no século XX.
Hoje, 65 regiões vinícolas da Austrália possuem mais de 2400 vinícolas, produzindo mais de 100 variedades de uvas e alcançando a marca de 30 milhões de taças de vinho consumidas todos os dias no mundo todo. Uma das marcas mais antigas de vinho do mundo também pertence à Austrália, tendo seu nascimento em 1850.